5 razões para você investir no desenvolvimento do capital humano da sua organização!

5 razões para você investir no desenvolvimento do capital humano da sua organização!

Falar que as pessoas são o principal ativo de uma organização já se tornou clichê. Mas, entre estar consciente disso e investir de forma contundente nesse ativo, existe um gap quilométrico.

Por isso vamos trazer 5 razões para te ajudar a convencer a liderança da sua empresa a investir no desenvolvimento do capital humano, assim como investem na construção da marca, na melhoria da experiência do consumidor, ou no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Temos um gap expressivo de talentos qualificados no mercado de trabalho.

Segundo o IBGE a taxa de desemprego atual é de 8,9%, menor número desde Julho de 2015, mostrando progresso no mercado de trabalho. A mesma tendência positiva se reflete no aumento da oferta de posições abertas, número medido pelo CAGED.

Quando olhamos para a realidade das posições qualificadas, porém, esse otimismo não se sustenta. Vemos o Time de Talent Acquisition amargando para fechar as posições, muitas vezes tendo que negociar os SLAs de entrega, ou reavaliar algumas exigências de perfil.

De um lado temos pessoas desempregadas, de outro posições abertas, seria a combinação perfeita, não fosse a falta de qualificação dessa mão de obra disponível no mercado de trabalho. E qual é a solução? Buscar os talentos que já estão no mercado, travando uma verdadeira batalha por profissionais qualificados.

Mas isso não é algo novo, há décadas vivemos a batalha por talentos e investimos horas e horas a fio em reuniões para planejar ações estratégicas a fim de conter a perda dos talentos-chave de nossas organizações. O time de gente acompanha os dados de turnover voluntário em tempo real e está sempre buscando oportunidades de engajar e reter os principais talentos.

Então, qual é a novidade? Dá uma olhada na segunda razão que você vai entender!

As pessoas não estão mais dispostas a permanecer num trabalho apenas pela remuneração.

Como já diria Arnaldo Antunes “a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte…”

A pandemia trouxe muito sofrimento e muitas perdas, mas um saldo positivo foi o aumento da consciência das pessoas.

Elas não querem mais investir incontáveis horas do seu dia em um trabalho que não tenha propósito, em um ambiente tóxico, com uma liderança controladora e manipuladora, só para ganhar um salário no final do mês.

Os colaboradores querem se sentir valorizados, sentir que estão evoluindo, se desenvolvendo. Prova disso são os movimentos “Great Resignation” ou A Grande Renúncia e o “Quite Quitting” ou Demissão Silenciosa que estão ganhando cada vez mais força.

O investimento nas pessoas aumenta o engajamento, e, consequentemente, a performance dos colaboradores.

Segundo o Gallup, pessoas engajadas são 18% mais produtivas! Pessoas mais produtivas têm uma melhor performance e entregam melhores resultados.

Ou seja, não devemos investir nas pessoas apenas para que elas não deixem as nossas companhias! Devemos investir nas nossas pessoas para que elas se engajem de corpo e alma, e, com isso, tenham alta performance.

40% das habilidades devem mudar nos próximos 5 anos.

É o que diz o Relatório sobre o Futuro do Trabalho do Fórum Econômico Mundial.

E não precisa ser um guru para perceber que, mais do que nunca, o mundo está mudando. Vemos as empresas acelerando suas estratégicas de transformação digital, automatizando e digitalizando processos, repensando todo o seu ecossistema.

Isso traz uma necessidade de requalificação e atualização dos profissionais, os famosos reskilling e upskilling que compõem as estratégicas de Lifelong Learning das organizações.

É claro que os colaboradores devem ser protagonistas do seu processo de desenvolvimento, porém isso deve ser uma via de mão dupla, onde também a empresa assume a corresponsabilidade de oferecer oportunidades para o desenvolvimento das novas competências, as Power Skills, vitais para o sucesso das pessoas, e, consequentemente, das organizações.

Colaboradores que crescem em nossa organização têm uma maior aderência cultural que pessoas vindas do mercado.

Sem dúvida precisamos de um equilíbrio entre talentos que crescem de dentro e talentos que vêm de fora para oxigenar a organização, trazer um novo olhar do mercado e desafiar o status quo, porém é fato que pessoas que crescem em uma organização costumam ter maior aderência cultural, uma vez que as empresas investem na incorporação dos valores ao longo de toda a jornada do colaborador, e quanto maior a jornada, maior a vivência dos valores.

A máxima de que as empresas contratam talentos pelos skills técnicos e demitem pelas competências interpessoais também reflete essa realidade.

Por isso é fundamental investir na prata da casa, para que a cultura se perpetue e traga os resultados em seu bojo.

Como já diria Peter Drucker, a cultura come a estratégia no café da manhã.”

Quer investir no capital humano da sua organização, mas precisa de ajuda para convencer a sua liderança? Conte com a gente!

Possuímos uma metodologia de personalização de ponta a ponta que irá transformar seus líderes em embaixadores dos programas de desenvolvimento.

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